CONASA BRASIL 2009 - CONGRESSO NACIONAL DE MELHORES PRÁTICAS EXECUTIVAS E TÉCNICAS PARA O SETOR DE SANEAMENTO
Fonte: www.iqpc.com, extraído em 22/05/2009, às 16:52 hs.
DATA: 27 e 28 de julho de 2009
LOCAL: Novotel São Paulo Center Norte, São Paulo, SP
ORGANIZAÇÀO: IQPC – International Quality & Productivity Center
Conferência - Primeiro Dia: Segunda–feira, 27 de julho de 2009
08:30 Abertura
SESSÃO PLENÁRIA – PLANEJAMENTO OFICIAL PARA O SANEAMENTO NO BRASIL E PERSPECTIVAS LATINO-AMERICANAS
|
1. PLANEJAMENTO NACIONAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL – 2009/2013
Leodegar da Cunha Tiscoski Secretário Nacional Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades |
2. CENÁRIO DO SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL E IMPACTOS SOCIAIS
Raul Pinho Presidente Instituto Trata Brasil |
3. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO AIDIS 2025 E A PROMOÇÃO DE TROCA DE EXPERIÊ NCIAS PELA WOP LATIN AMERICA & CARIBE
Carlos Alberto Rosito Presidente AIDIS – Associação Intermamericana de Engenharia Sanitária |
10:00 Coffee break
11:00 PAINEL 2 – CONSOLIDAÇÃO REGULATÓRIA, POLÍTICAS FEDERAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS PARA O SETOR E O PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS
Consolidação Regulatória
- Avaliação, aplicação e regulação na implementação da Lei 11.445/07
- Análise da atuação do órgão regulador
- Key Learning e desafios envolvidos na implementação das diretrizes da Lei 11.445/07: Teoria X Prática – Custos e obrigatoriedades legais na operação
- A Regulação como impulsionador da universalização dos serviços de saneamento no Brasil
- Critérios de controle e penalidades por parte das agências reguladoras
- Mapeamaneto estratégico e diretrizes legais na criação de uma agência reguladora
- Panoramas e perspectivas das concessões pós marco regulatório
Plansab – Plano Nacional de Saneamento Básico
- Avaliação da evolução da implementação das diretrizes da Lei 11.445/07
- Plano Duocenal – Apresentação e discussão das metas e estratégias das esferas federais, estaduais e municipais para o setor de saneamento básico
- A interface entre as políticas relacionadas ao saneamento e as outras políticas públicas
Plano Nacional de Recursos Hidricos
- Cobrança pelo uso dos recursos hídricos e legislação para o direcionamento das receitas para o setor de saneamento
- A interface entre as questões relacionadas ao saneamento e o Plano Nacional de Recursos Hidricos
- A articulação dos comites e das cias de saneamento para financimento do setor Lei das aguas e cobrança pelo uso dos recursos hidricos
Tarifação
- A precificação dos serviços e a definição tarifária como fatores decisivos para o equilíbrio econômico e financeiro dos contratos e operações
- Estratégias para definição de políticas de subsídios por localidades e categorias de consumidores
- A criação de um índice específico de reajustamento de preços para o saneamento básico
- A utilização de indexadores setoriais para proporcionar mais segurança na contratação de obras
- Metodologias para definição de tarifas
Segurança jurídica dos contratos
- Garantias jurídicas envolvidas na formulação dos contratos de saneamento
- Cenários das disputas entre prefeituras e governos estaduais pela titularidade nas regiões metropolitanas
Renovações de concessões para companhias estaduais de saneamento
- Definição de competências para prestação de serviço de saneamento – Responsabilidade municipal, estadual ou federal – Artigo 175 da Constituição Federal e Lei 8.987/95
- Questões jurídicas envolvidas na renovação das concessões
- Legalidade das renovações e procedimentos jurídicos envolvidos na operação de concessões com prazos expirados
- Critérios para a escolha da modalidade no momento da renovação – a prestação direta dos serviços pelo município, a prestação indireta dos mesmos pela iniciativa privada e gestão associada para a prestação deles pelas companhias estaduais
Composição da mesa:
|
Sergio Antônio Gonçalves Diretor Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades |
José Machado Presidente ANA - Agência Nacional das águas |
Yves Besse Presidente ABCON - Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de serviços públicos de água e esgoto CAB Ambiental |
|
Cassilda Teixeira de Carvalho Presidente ABES – Associação brasileira de Engenharia Sanitária e ambiental |
Nei Roberto Silva Diretor ASSEMAE - SP |
Wanderlino Teixeira de Carvalho Presidente ABAR – Associação Brasileira das Agências de Regulação |
|
Túlio Bastos Barbosa Secretário de controle Prefeitura Municipai de São João de Miriti Fundação Getúlio Vargas |
Hugo Sérgio de Oliveira Diretor Presidente ARSESP - Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo |
12:30 ALMOÇO
14:00 PAINEL 3 - NOVOS CENÁRIOS PARA FINANCIAMENTOS E CAPTAÇÃO DE RECURSOS PARA A GARANTIA DE INVESTIMENTOS PARA O SETOR DE SANEAMENTO NO BRASIL
Presidencia de mesa:
Joaquim Batista da Silva Jr
Diretor HIDROCONSULT
- Apresentação dos programas de investimentos do FGTS para Capitalização e Reorganização das Companhias Estaduais de Saneamento e Veículos de investimentos do FGTS
- Estratégias de aplicação de recursos do FGTS/CEF
- Novos modelos de operações: FGTS/CEF como investidor via participação minoritária, debêntures ou outros instrumentos de mercado
- O interesse de investimentos pela iniciativa privada – PPP´s - A garantia de pagamento de indenizações por investimentos realizados
- Avaliação de melhores alternativas para viabilização de investimentos- Carteira adminsistrada para aquisição de debentures, fundos de investimentos em direitos creditórios (FIDCs), Certificados de Recebiveis Imobilários (CRIs) e outros instrumentos de dívida
- A necessidade da reunião de condições adequadas de estrutura de capital, governança e gestão operacional
- Exposição e discussão das questões fundamentais para elegibilidade de recebimento de recursos do FGTS/CEF
- Metodologia de precificação das empresas de saneamento – Como chegar a um preço das ações e definição dos critérios de remuneração de investimentos
- Como desenvolver novos modelos de estruturação financeira
- A necessidade de fixação de Instrumentos jurídicos para garantir igualdade de oportunidades na concessão de capital
- Avaliação, andamento de projetos e projeção de investimentos via PAC
- Project Finance para o setor de saneamento
Composição da mesa
|
Rogério de Paula Tavares Superintendente Nacional de Saneamento e Infra-Estrutura Caixa Econômica Federal |
Bolívar Tarrago M. Neto Vice-presidente de ativos de terceiros Caixa Econômica Federal |
|
Elvio Lima Gaspar Diretor BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento |
Renato Sucupira Conselheiro Comitê de Finanças ABCON |
15:30 Coffee break
16:00 PAINEL 4 – Governança e instrumentos de gestão para as empresas de saneamento
- Possibilidades de estruturação de novos modelos de organização para o setor a partir da adoção de instrumentos do mercado financeiro e de capitais para viabilização de financiamentos e operacionalização dos projetos de saneamento
- Mecanismos para avaliação da situação financeira e de governança das empresas para elaboração de um plano de negócios
- Elaboração de um novo modelo de gestão para recebimento de verbas públicas
- Definição de modelos de gestão nas empresas estaduais de saneamento que permitam a sustentabilidade econômico-financeira das operações
- Instauração de procedimentos para o diagnóstico das empresas (gestão corporativa, gestão operacional, nivel de perdas, rede de serviços, metricas para avaliação de perdas e capacitação de pessoal)
- Desenho de programas para reequilíbrio de contas das companhias estaduais de saneamento – A necessidade de fluxo de caixa positivo para alavancar a operação e suprimir as demandas
- Debate de instrumentos eficientes de financiamento, propostas inovadoras de modelagem para reduperação administrativa, financeira e econômica das empresas de saneamento
- O Conselho curador do FGTS como parceiro para construção de novos modelos de financiamento e operação que considerem a economicidade, a eficiencia dos serviços e a responsabilidade sócio-ambiental
- Análise de caso – A companhia de saneamento mais eficiente e rentável do mundo
- Os princípios que regem o Modelo de excelência de gestão pública – MEGP
- A estrutura do Programa nacional de gestão pública e Modernização – GESPÚBLICA
Composição da mesa
|
Wagner Granja Victer Presidente CEDAE - CIA ESTADUAL DE ÁGUA E ESGOTO - RJ |
Leonardo Viegas Conselheiro IBGC |
Roberto Madoglio Gestor do Fundo de Investimentos do FGTS CAIXA ECONÔMICA FEDERAL |
|
|
|
|
|
Pedro Mäder Meloni Coordenador Comitê de Boas Práticas de Governança em Empresas Estatais do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa |
Ricardo Augusto Simões Campos Diretor Financeiro, Administrativo e de Relações com Investidores COPASA - MG |
Karla Bertocco Trindade Diretora de Relações Institucionais ARSESP – Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo |
18:30 - Encerramento do 1º dia do Congresso
Conferência - Segundo Dia: Terça–feira, 28 de julho de 2009
8:30 PAINEL 5 - CICLO DA ÁGUA
Presidência de mesa:
Joaquim Batista da Silva Jr Diretor HIDROCONSULT
Perdas
- Estratégias, novas tecnologias e procedimentos técnicos para o controle, combate e gestão de perdas de água em sistemas públicos de abastecimento
- Os índices mundias de controle de perdas e as mais recentes tecnologias em medição e controle
- Procedimentos operacionais para redução de perdas reais
- Adução - A tecnologia para controle de vazamentos em carga
- Ações para redução de perdas de água em adutoras
- Gestão de riscos operacionais durante o processo de distribuição de água Qualidade
- A necessidade de garantir a qualidade da água durante o processo de abastecimento
- Tecnologias e técnicas de gestão e controle para a implantação do Plano de segurança em sistemas de Abastecimento para Consumo Humano (OMS)
- Monitoramento de águas subterrâneas e superficiais
- Controle e riscos de poluição e contaminação em sistemas de captação de água subterrânea
- Tecnologias e técnicas de gestão para o controle de qualidade da captação superficial frente a cenários de urbanização, erosão, resíduos agrícolas e industriais
- Sistemas de tratamento para remoção de impurezas metálicas
- Tratamento de resíduos durante o processo de tratamento de água
- Novas tecnologias aplicadas em elementos filtrantes
Automação
- Desafios e oportunidades da aplicação de tecnologias de automação em empresas de Saneamento
- Benefícios da aplicação de sistemas automatizados nos processos de captação, tratamento e distribuição de água, e tratamento de esgoto
- A automação como ferramenta de aumento de lucratividade na operação
- As possibilidades de tecnologia para implementação de sistemas de automação
Tecnologias de vanguarda
- Como se favorecer dos equipamentos visando a remoção de poluentes ambientais, de forma a atender a legislação ambiental
- Precisão na medição da vazão
- Novas tecnologias em válvulas reguladoras de pressão
- Confiabilidade de bombas de alta pressão
Reuso e conservação da água
- Estabelecimento de bases políticas, legais e institucionais para o reuso de água no Brasil
- A necessidade de institucionalizar, regulamentar e promover as atividades de reuso da água
- Criação de estruturas de gestão
- Desenvolvimento de tecnologias compatíveis com condições técnicas, culturais e socioeconômicas das localidades brasileiras
- A inserção do reuso na política nacional de recursos hídricos
- Visão da Indústria sobre o reuso
- Legislação e Normalização para incremento do reuso da água no Brasil
Composição da mesa:
|
Marcelo Sales Holanda de Freitas Diretor de Tecnologia Empreendimentos e Meio Ambiente SABESP |
Natal José Garrafoli Diretor ASFAMAS – Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais e Equipamentos para Saneamento, Edificações energia e Irrigação |
Armando Costa Vieira Jr. Diretor de distribuição e Comercialização Metropolitana CEDAE - CIA ESTADUAL DE ÁGUA E ESGOTO - RJ |
|
Newton de Lima Azevedo Diretor ABDIB |
Paulo Roberto Cherem de Souza Diretor Divisão de Eficiência Energética COPASA - Cia de Saneamento de Minas Gerais |
Jairo Tardelli Gerente de departamento - MPI Superintendência de Planejamento e apoio da Metropolitana SABESP |
|
Tereza Cristina Esmeraldo de Oliveira Conselheira ETCT CNRH – Conselho Regional de Recursos Hídricos |
|
|
Representante Executivo Fornecedor de Soluções |
|
Haverá intervalo para Network e Coffee Break
12:00 Almoço
13:30 PAINEL 6 - CICLO DO ESGOTO
Fiscalização das Operações de Saneamento
- Legislação – Vigente e mudanças previstas
- Penalidades aplicáveis por categoria de infração
- Determinação de responsabilidades e penalidades
Operação das ETEs
- O planejamento como fator determinante da eficiência na operação de estações de tratamento de esgotos
- Tecnologias existentes para obtenção de resultados superiores em remoção de nutrientes
- Técnicas de operações para aumento de eficiência dos processos
- Manutenção como fator-chave na eficácia dos processos
- O fator humano e a capacitação profissional
Tratamento dos resíduos
- Tratamento e disposição final dos Lodos (resíduos sólidos do tratamento)
- Devolução ao meio ambiente dos resíduos líquidos tratados
- Legislação para devolução de resíduos ao meio-ambiente
- Adensamento, desidratação e secagem do lodo – Pieralisi do Brasil
Composição da mesa:
|
José Ismael Lutti Promotor de Justiça Promotoria Pública do Estado de São Paulo |
|
|
Representante Executivo Fornecedor de Soluções |
|
15:30 Coffee break
16:00 PAINEL 7 - GESTÃO COMERCIAL
Hidrometração
- Estratégias, tecnologias e ferramentas para metering no setor de saneamento
- Equipamentos e estratégias para a ligação e hidrometração de novos usuários
- Planejamento e melhores práticas para leitura e troca de hidrômetros
Tarifação
- Ferramentas, equipamentos e tecnologias métricas para Billing nas operações de saneamento
- Mecanismos de projeção de faturamento e arrecadação
- Desafios para adequação dos sistemas vigentes as novas modelagens e procedimentos de cobrança
Gerenciamento de informações e atendimento aos consumidores
- Equipamentos e ferramentas para cadastro e gestão dos usuários
- Reformulação e adequação legal do atendimento aos usuários
- Formatação e instalação de sistemas e ferramentas de CRM nas empresas de saneamento
- Técnicas, ferramentas e equipamentos para o gerenciamento de informações em companhias de saneamento básico
Perspectivas para a cobrança pelo uso dos recursos hídricos
- Cenários e instrumentos de cobrança pelo uso dos recursos hídricos
- Gestão de custos e impactos na cadeia produtiva
- Água como commodity
- Questões jurídicas e pagamentos em juízo
- Comparação do modelo brasileiro com modelos internacionais de uso de recursos hídricos
- A dupla dominialidade das águas
- A visão das indústrias: Problemas na gestão, dificuldades nos procedimentos, sugestões para aperfeiçoamento e a definição de indicadores para a prática de cobrança
Composição da mesa
|
Everton Luis Costa Souza Presidente ABAS – Associação Brasileira de Águas Subterrâneas |
Francisco de Assis Souza Filho Presidente ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos |
|
Ivan de Carlo Gerente de Controle de Perdas e Sistemas SANASA |
|
|
Representante Executivo Fornecedor de Soluções |
|
18:30 Encerramento do Congresso
Contato:
Ligue para +55 11 3164 5600 ou envie email para atendimento@iqpc.com
Inserido em 22/05/2009.
11111111101000001000000010100000111111111000100010101010101010101111111111000000111111111100000010100000101000001010000010001000
|